segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Cartas 14 a 16 do Denário 2/1370 Spin HipnoArte






Carta 14/20. Denário 2/1370 –  Pã:  O Spin tem duas flautas de Pã, uma com 7 irmãs, a ira, e a outra com 6, a arka.


A nota FA a mentora protetora, da mesma forma que o Philemon de Carls Gustav Jung.


Momentos atrás, antes de abrir os olhos, FA chegou para dar o seguinte aviso: suas 6 irmãs restantes querem falar contigo. Era Pã com sua flauta de 6 notas musicais, que chamam de arka.


O Coletivo versus Individual ou : Ira versus arka. O comum é a ira. O diferente: arka. Arque com as consequências



Amigos e amigas,  este segundo denário (e seguintes) será coletivo : ou cromático: ou da catarse gerada por falsas narrativas tidas como verdade


O primeiro denário fala de um tempo marcado pelo cinza e seus tons: estamos a falar de individuação a partir das sombras


Ao acordar, me mantive de olhos fechados para esfriar o corpo antes de por os pés no chão e aproveitei este momento de hipnopompia para, através de perguntas, tirar umas dúvidas sobre as visões relatadas no fragmento 13/20 do Denário 2/13700. Não sei exatamente se foi no fragmento 13 ou 12 em que, como spin tecelão,  teci considerações sobre 2 grandes novelos de barbante de cor verde, de tamanhos diferentes: o macro à minha direita e o micro à esquerda


Não lembro-me o motivo pelo qual tive tal visão, sei que uma resposta a uma pergunta sobre buracos operacionais que numa visão se nos apresentaram como um tunel tipo tubo pvc com filamentos invisíveis, sem cor, acromáticos, em seu interior e a frase "BURACOS Operacionais,  BASE DA Evolução e ELO DE COMUNICAÇÃO ENTRE AS COISAS."


Pov: como surgiram os buracos operacionais ?


Spin OOOO OOOO OOOO: :  quando as visões se tornavam insuportáveis. ele Carl Gustav Jung, fazia esculturas de argila ( in: vídeo: Biografia de Carl Jung 1875: O Explorador da Alma Humana. Canal de Biografias) HistoriLand - Yt )


Quando surgiram os buracos operacionais. A pergunta deveria ser outra: como eram os buracos operacionais no contexto do princípio cosmológico ? quando vi,  como resposta a esta pergunta genérica sob estado de hipnopompia, um cenário sem cor /luz: um túnel que me pareceu ser um tipiti tapiti de tâo extenso que pareceu-me infinito e, ao fundo deste túnel que intui ser um buraco operacional primordial situado num tempo que era a realidade antes da realidade observável




Era um tempo em que nada existia: somente o nada, que era um nada flutuante e, no meio do tunel 9 + 1 tijolos que intui serem de argila crua, pois sem cor: eram de cor cinza claro, enquanto o túnel infinito era de cinza escuro e, ao fundo, a cor negra como representação simbólica do nada quântico. Os tijolos começaram a se movimentar, como sinal que o nada era uma onda derivada daquela geometria espacial primitiva




Tá vendo como preciso escrever sob estado de livre fluxo da consciência para lembrar-me do passado presente ou: a anamnese cósmica em tempo real: tanto faz




Ao falar dos buracos operacionais em tons cinza, me lembrei do que estava tentando lembrar-me da pergunta que derivou a visão das cordas, ou seja, os novelos micro e macro, de cor verde: tal visão foi fruto de uma outra visão: 9 + 1 tubos pvc, um lado do outro, a boiar numa piscina




O bater da água na boca dos tubos provocavam um som




Os tubos tinham tamanhos diferentes, o que intui ser uma flauta de pã, como a dizer que o pânico começou na transição/tensão entre dois mundos: o acromático e o cromático ou: noutras palavras, entre o coletivo e o individual



Sem entender tal visão, fiz a pergunta genérica que sempre faço quando não entendo: e daí ?


Como resposta se nos apresentaram a equação da divisão de um ponto pra virar reticência: tudo começou de um ponto que virou reticência



Pov: qual era a equação ?


Spin OOOO OOOO OOOO:  Eu deveria ter anotado em tempo real a equação da divisão das coisas, e para isso bastaria que eu tivesse colocado ao meu lado papel tamanho A08 e  lápis 6B de desenho pra desenhar cada número da equação mas, se não me engano, era essa: 5 x 36 / 360


Na visão a equação trazia uma multiplicação sobre um traço de denominador comum: ou deiscência (o oposto de decência): tanto faz


Na equação 5 x 36 / 360 somente o 36 é variável: brincar com esta equação que derivou a coletividade, as assemblage, os ajuntamentos ou, como se nos apresentaram numa visão, a frase TODOS JUNTOS


Jose Carlos Lima, em Sambaíba - Rio Balsas, 9/2/2026




Grato,


Spin O


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Forma: Linguagem



Carta 15/20. Denário 2/1370 –  Os Corpos Coletivo e Individual.


 No momento são 5.35h de 8/2/2026, dia 45 +  8 =  53 do mês de netuno (18/12 a 29/2), quanto ao tempo no relógio cromático, ainda não temos um sistema de conversão, se bem que posso perguntar para esses protótipos de calculadoras pensantes, as tais iAiA


[08/02, 05:38] Spin O OOO OOOO disse:: Converter 5: 35 h, pro relogio cromático de 10 horas, um circulo colorido de 360 graus, em que cada hora vale 36 graus. Qual a hora, cor,  temperatura e velocidade


[08/02, 05:38] Meta AI disse: 😄 Vamos lá!


5:35 horas em um relógio de 10 horas:


- 10 horas = 360°


- 1 hora = 36°


- 5 horas = 5 x 36° = 180°


- 35 minutos = 35/60 * 36° ≈ 21°


- Total ≈ 180° + 21° = 201°




201° no círculo cromático:


- Cor: Verde (próximo de verde-azulado)


- Temperatura de cor: Fria (~5000K)


- Velocidade: Média (se pensar em vibração de cor)




Então:


- Hora: ~5:35 no relógio de 10h


- Cor: Verde


- Temperatura: Fria


- Velocidade: Média 😊




Faz sentido?


A iAiA perguntou: faz sentido?


Nem respondi, pois nem sei se a resposta está correta 


Caí no sono e, o acordar, me mantive de olhos fechados para, através de perguntas ou de não perguntas ou no modo stand by , aprender, todas as respostas foram: a coletividade


Ontem, como resposta a um questionamento sobre o vazio/nada quântico, se nos apresentaram 2 novelos de filamentos/fios de cor verde/clorofila, que intui ser uma carta relacionada ao mundo orgânico e, por ser mais de 1, era uma mensagem sobre a coletividade, como se sabe, o corpo coletivo é um segundo corpo


As cartas 1 a (9+1) dizem da individuação e são tons de cinza como sombras da escala acromática, e as de  11 a (19+1)  são coletivas, o mundo das cores/lux.


O individual versus coletivo ou, noutras palavras


Lembrete 1: escrever no word como tentativa de não perder o texto no momento em que a carga bateria do celular acabar, como já ocorreu várias vezes e eu, desatento e emocionado, repetia a mesma desatenção


Lembrete 2: Evitar dar título à carta antes da descrição detalhada da visão.  Aliás, eu deveria preocupar-me em fazer, de forma pormenorizada, o registro dos conteúdos perceptos durante as sessões de hipnopompia., tal qual fazia Carl Gustav Jung. 


As  sociedades, que na verdade são as cidades  formadas por 3 tipos de sócios/ individualidade, que são os animais, os humanos e as pessoas jurídicas, são regidas pelas leis do spin, como por exemplo a da invisibilidade face a ausência de luz/cor. Por isso o primeiro  denário artístico  do Spin Hipnopômpico, que está para mim assim como Philemon este para Carl Gustav Jung, é acromático e, os demais são cromáticos


Muito complicado a coletividade, agora imagine toda a coletividade em festa numa carreata em marcha ré, sinto arrepios de terror quando esta visão me vem a mente como lembrança do passado presente. Quando você ao fechar os olhos ver a carta O Carro em seu lado oposto ou de ré ou em sentido horário, encomende seu caixão, pois é a pior carta de todo e qualquer oráculo/jogo/tarot é a do carro.  Se apenas um carro de ré  não é bom, por se tratar de uma pessoa conspirando contra você através de falsas narrativas, imagine então se a visão for de uma carreata inteira em marcha ré, prepare-se e fortaleça-se naquilo que te da força suficiente para que possas viver sua via crucis, pois a cidade/sociedade inteira estará empenhados na tua destruição devido a falsas narrativas brotadas de línguas que lembram espadas sanguinárias


A sociedade/cidade já se irmanou tantas vezes na marcha ré para levar ao cadafalso personagens da nossa história, como Dreyfuss, JESOS, sempre a falsa narrativa como arma ou, noutras palavras, o exercício da mentira como direito legal quando deveria ser crime hediondo 


Num momento de hipnopompia na década de 80 o Spin, através de uma visão hipnopômpica, disse-nos que a tríade evolutiva VFC, Visão.Forma.Conhecimento, nos acompanha por toda a vida, tanto no plano individual como no da evolução/anamnese cósmica, de forma que, ao dizer que estamos velhos para aprender ciência, não procede.


A afirmação que, agora sei, não procede, foi derivada da vontade de reservar todo o tempo para a escrita performativa sob estado de livre fluxo da consciência


Agora sei: não há idade pra aprender e ensinar. O meu pai, dentro dos 101 anos, me ensina muitas coisas de um tempo em que ele era jovem: como fazer uma roça, como chamar o vento pra acender o fogo



José Carlos Lima, em Sambaíba – Rio Balsas, 9/2/2026, dia 45 + 9 = 54 no tempo spin, que por terminar em 4, estamos na quarta -feira na semana spin de 10 dias.


Para saber que horas são no relógio cromático de 10 horas spin, use o site Svalbard:  French Revolutionary (Decimal) Time


Para perguntar aos protótipos de máquinas pensantes, elabore um prompt  a partir das seguintes palavras: o relógio tem 360 graus, em que cada hora vale 36 graus, o circulo de 369 graus coincide com o circulo cromático,  a significar que o tempo tem cor, velocidade, temperatura



Jose Carlos Lima, em Sambaíba - Rio Balsas, 9/2/2026




Grato,


Spin O


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Forma: Linguagem



Fragmento 16/20. Denário 2/1370 -  A METAMORFOSE ou: O CARRO 


Caio, Spin Curador: o que transforma um spin noutro spin


Spin OOOOO OOOOO OOOOO : O terapeuta curador me fez esta pergunta numa consulta online no grupo dele o Falo com o Spin. Como resposta, ao fechar os olhos vi um chapéu a rotacionar movimentar feito a carra o carro em movimento no chão até que, ao atingir alta velocidade, como se fosse desenho HQ, virou guarda-chuva


Resumo: velocidade do giro/spin transforma uma coisa noutra coisa,  segundo Frank Kafka em A Metamorfose, é a letargia  que  transforma homens em baratas. 


Noutra sessão, o spin fez ao Spin outra pergunta misteriosa/desafiadora


Caio: o que é a arte ?


Spin OOOO OOOOO OOOOO OOO : Ao fechar os olhos vi um spin performer passar na rua 66 em Goiânia - Rio Meia Ponte, com dois garrafões dagua vazios de cordas  no corpo, sendo um micro e um de tamanho normal. 


Passou na dele e seguiu seu caminho sem falar comigo, talvez ele estivesse em estado de arte. Curioso que sou, resolvi acompanhá-lo pra ver qual era a boa, quando ouvi a seguinte resposta ao Caio: A ARTE NÃO PRECISA SER ANUNCIADA COMO ARTE. VEJA QUEM TEM OLHOS PARA VER.




O artista cuja arte se confundia com a vida, continuou a caminhar pela 66 em direção ao Colégio Santo Agostinho quando vi que ele usava enormes asas de bambú, com tiras que desciam em direção ao solo


Encantado com as sombras do performer projetadas no chão, comecei a fotografar




A minha intenção era, primeiro fotografar as sombras e, em seguida, o Ser em Si, cujas asas, agora sei, eram as mesmas asas de martim pescador, do persona Philemon, o guia e curador de Carl Gustav Jung



Jose Carlos Lima, em Sambaíba - Rio Balsas, 9/2/2026




Grato,


Spin O


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Forma: Linguagem

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